Com temas de saúde mental para empresas, com abordagem baseada em evidências, linguagem acessível e aplicação imediata. Ofereço palestras de 60 a 90 minutos e workshops de imersão de um dia, formatos ideais para equipes com pouco tempo e alta demanda.
Em cada encontro, traduzo a ciência do bem-estar em ferramentas práticas para a rotina corporativa. Utilizo exemplos do dia a dia, comunicação empática e técnicas de rapport para reduzir o desgaste e proteger a energia da sua equipe.
Meus treinamentos são ideais para diretorias e times de atendimento, vendas, saúde, TI e RH. Disponível no formato online para todo o Brasil e presencial com agendamento em sua cidade. Clique nos links abaixo e encontre o cronograma ideal para a sua empresa.
Começamos com uma provocação respeitosa: como cuidar da saúde mental com base em evidências, sem cair em promessas vazias ou conselhos genéricos. Abro espaço para desconfortos e reflexões que desafiam crenças limitantes, sempre com cuidado e propósito.
Apresento a ideia dos registros que estruturam nossa experiência, como ponto de partida para compreender como nos comunicamos, nos confundimos e nos afetamos.
Mostro como separar experiências pessoais de evidências — com exemplos que vão de produtos populares (como tratamentos que não funcionam) até decisões clínicas e comportamentais. Discutimos como nasce uma crença, como se sustenta (mesmo sem fundamento), e como podemos treinar o olhar crítico sem perder a sensibilidade.
Incluo um exercício visual com fotos e vídeos que ajudam a ilustrar o caminho da crença até a evidência.
A linguagem tem impacto direto na saúde mental. Nesta parte, abordo como a comunicação pode reforçar (ou corroer) o bem-estar no ambiente de trabalho.
Explorr o conceito de microinvalidações — frases que soam sutis, mas minam o outro — e trabalho exemplos opostos, com validações simples e potentes. Um convite à mudança concreta de tom, mesmo em ambientes técnicos, hierárquicos ou de alta pressão.
Apresento técnicas práticas de rapport que funcionam em atendimentos, liderança e interações difíceis. Todas aplicáveis de maneira simples , com frases-modelo que ajudam a criar conexão sem parecer artificial.
Evidencio como o rapport não é sobre ser “bonzinho”, mas sim a respeito de criar segurança psicológica, reduzir atrito, evitar mal-entendidos e favorecer colaboração — mesmo em conversas difíceis.
Aqui entro com um protocolo simples, direto e acessível: Observar, ouvir e conectar. Mostro como identificar reações comuns ao sofrimento, como oferecer apoio imediato sem ultrapassar limites, e quando é hora de encaminhar para ajuda especializada.
Incluo reações físicas, emocionais e cognitivas, além de exemplos práticos de escuta ativa, acolhimento e conexão com rede de apoio.
Fecho com a importância do autocuidado real (não idealizado) para quem está em posição de suporte: líderes, colegas, profissionais da saúde, RH.
Trago estratégias breves para manter o centro mesmo em dias difíceis, e reforço que prevenir o burnout não é só evitar excesso de trabalho.
Minhas palestras permeiam os temas da saúde mental. Mas, são totalmente personalizáveis para sua empresa e para seu ambiente de trabalho, dando ainda mais exclusividade e aproveitamento
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Psicólogo & Palestrante
CRP:06/13958
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